Sábado, 20 de Junho de 2009
Simpatia não tem nada a ver cmg!
Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Dia dos sem namorados!
"Quero um homem que me puxe pela cintura, cheire meu pescoço (eh brega mas eh legal, rs) e me dê um beijo de tirar o fôlego. Quero um homem que me abrace com ternura quando o meu mundo estiver despencando. Um homem que só ao me olhar me entenda e saiba dizer as palavras que eu preciso ouvir. Um homem que tenha paciência comigo e que tenha ideias e ideais, quero um homem inteligente, um homem pensante. Um homem que brigue comigo, que me diga que estou errada e que mesmo estando sempre com a razão, me pessa desculpas. Um homem que me faça surpresas, que inove . Um homem de sorriso bobo e olhos sinceros, que seja safado quando tem que ser, mas doce em todos os momentos.
Eu bem sei que esse homem perfeito não existe, nem eu acredito em príncipe de contos de fadas, e se acreditasse, também não gostaria de ter um. Mas não custa nada idealizar a minha própria cena de amor... que aliás, não é uma, são várias, mas a que me dá mais arrepio, é a seguinte:
Uma discussão, objetos quebrados, gritos meus, mãos violentas minhas, gritos dele, as mãos brutas dele, tentando as minhas segurar.
Me descontrolo, chuto, soco, berro, enquanto ele só tenta me fazer parar, me segurar, e no meio de tudo, de tanta raiva, ele enfim consegue me pegar com força, com pegada... e me dá um beijo. Aquele beijo.Beeijo quente. Beijo de homem. Que seja aquele beijo que pare o nosso mundo naquele momento para sempre...
Essa cena descreve meu homem, o que queria que existisse, um homem que me tirasse do sério, mas que eu amasse mais que tudo.
Aquele tal de "O tipo certo de cara errado"
"
aiai..pensamento de menina safada!? Vai saber..rs
gay?eh, eu sou meio viadinha as vezes...AS VEZES!
Sexta-feira, 29 de Maio de 2009
Listas!! :S
É muito o que querer fazer para um tão curto espaço de tempo, e curto orçamento, rs.
Para tentar organizar e visualizar tanta vontade de tudo, eu vivo de fazer listas, lista pra onde quero viajar, pra onde quero sair a noite, pra onde quero sair de dia, lista de cds e dvs que quero comprar e livros que quero ler, listas dos trabalhos da faculdade e de cursos e atividades a se fazer nas férias.
São muitas listas, muitos quereres.
Ontem mesmo fiquei o dia todo fazendo uma lista de livros que eu quero comprar pra levar pruma viagem sozinha, sem amigos, sem namorados, sem ninguém, só eu, música, livros e uma câmera pra registrar cada novo olhar sobre todas as coisas. Como destino, América Latina, bem estilo che Guevara!
Tenho a real pretensão de realizar essa viagem, mas antes eu preciso aprender espanhol e fotografia. Tá vendo? Aí já estão mais dois ítens a se acrescentar em alguma lista de projetos futuros. Sem falar que tenho que tá com grana pra fazer tal viagem, logo preciso arranjar um estágio ou emprego, mais outro ítem.
E assim vai, um puxando o outro, e as listas nunca terminam, tão sempre crescendo e se perdendo pelos meus papeis, e me levando a fazer novas e maiores listas.
E fico me perguntando se eu vou conseguir, em algum dia, levar a cabo essas minhas listas.
Não consigo pensar "Eu ainda tenho muito tempo pra fazer tudo isso". Porque eu não tenho tempo, quero fazer logo, muito logo. Dizem que o mundo vai acabar em 2012, e se acabar e eu não tiver consguido cumprir minhas listas?
Eu tenho pressa, sou anciosa, por que esperar?
Nãããooo! Eu tenho que fzr td Hoje!!!
Esperar eh coisa de velho, mas não qualquer velho, só aqueles que tem como único passa tempo esperar a morte chegar.
E não é que eu negue a morte, ocorre que como todo mundo eu a estou esperando, mas eu quero esperá-la bem viva!
Assim, como diria Raul:
Terça-feira, 12 de Maio de 2009
Repúdio aos pensantes
Mas não é possível que não houvessse uma mulézinha pra se comer, uma viagem pra se fazer ou uma soneca pra se tirar!
Por que diabos esses putos desses filósofos e cientistas sociais tinham que ficar pensando sobre o mundo e formulando teorias complicadas?! Ou melhor, teorias escritas de forma complicada!
Porque vou fla, o grupinho que gosta de complicar as coisas, só pra reafirmar suas respectivas posiçoes de intelectuais!
Se Marx chegasse e escrevesse assim "a religião é uma merda, ela atrapalha você para discernir as coisas, já que ela não te deixa ver por um ponto de vista próprio, mas enxergar só o ponto de vista religioso, portando Estado, manda a religião se fuder, liberte seus cidadãos! após isso cada indivíduo deve fazer o mesmo, e não trazer a religião para seu mundo partícular."
Ok, tirando os palavrões, mas ele podia ser assim, mais claro e objetivo...?
Mas ele lá quer facilitar a minha vida?
Não!
Marx, Engels, Hegel, Webber, Durkheim....Esses putos todos só querem que eu tire nota baixa!
Viadinhos! Hunf!
**só um momento de 'colocar pra fora'; Eu reconheço a genealidade e importancia de todos esses e suas respectivas obras.
Domingo, 22 de Março de 2009
Meu caro Amigo
Junto com as meninas, comprei os ingressos, e como a peça começaria beem mais tarde, ficamos num café no CCC mesmo, colocando a conversa em dia, falando sobre facul, sobre nós, sobre o mundo...Eu com as meninas, as minhas meninas, como sempre foi, como sempre será: Agradavelmente mágico!
Mas independente das boas companias, a peça foi um show a parte!
Eu não gosto muito de Chico, embora eu saiba que o cara é um gênio.
Mas meu Deus, ainda que eu não seja especialista, me reservo a autoridade de dizer que a peça é magnificamente bem escrita, fazendo as relações entre as músicas, as épocas vividas, a vida da personagem, tendo umas sacadas...
Sabe quando cada fala te toca? Quando parece que as coisas estão se passando com vocÊ? Quando você sente a emoção e de repente se sente embargada, com nó na garganta e uma vontade danada de chorar? Não de tristeza, de emoção mesmo! A emoção da mera comtemplação da arte.
Enfim, essa peça me deixou assim...
Saí pensando se de fato o choro da atriz era emoção ou simples encenação.
Eu sabia a resposta. A mulher está fazendo a mesma peça há meses, 3 vezes por semana, só se ela fosse ninja pra se emocionar sempre com as mesmas cenas...
E pelo que percebi, ela não era ninja, era mesmo uma senhora atriz!!!
Fica a dica:
Teatro do Centro Cultural Correios
R$15,00 e R$7,50 (meia entrada)
Sexta-feira, 20 de Março de 2009
Barra
Felizmente, meu pensamento não é único, e na falta de paciÊncia minha para escrever, pus esse link adiante, que é de uma repostagem curta, objetiva e muito boa que encontrei sobre o assunto.-"Segregação-barra"-
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Continuando a minha pesquisa sobre o assunto, encontrei algo que nem se relacioava muito, sobre midia, e era feita uma citação sobre os programas que fica mostrando a vida de famosos, coisas luxuosas e etc., programas, no geral, visto por pessoas de classe menos favorecidas e tal, e fechava com uma frase muito legal:
Futebol, Meu sentimento
Uma pergunta feita por muitos:
Qual é a graça de ver 22 homens num campo, correndo atrás de uma bola, com o único objetivo de encaixá-la no gol?
Esta questão, sinceramente, eu até consigo entender, uma vez que tem toda uma análise tática da montagem do time, há as trocas de passes que poderiam ser vista em espetáculos de balé e até as brilhantes atuações de alguns jogadores que fingem ter sofrido uma falta ou um pênalti, que arrancariam aplausos nos tablados de teatros. E dependendo do ponto de vista. Pode ser visto certa graça nisso.
Porém acho que o que realmente intriga não só a mim, mas também a todos os não admiradores de futebol, não são os objetivos estranhos, comuns a jogos, mas sim o alvoroço que se cria a cada lance apitado errado ou os pulos de alegria a cada lance ministrado com sucesso, intriga a devoção, amor e paixão destinados a um mero time, intriga as lágrimas de emoção e as provocações trocadas efusivamente entre torcedores de times adversários.
Para os não admiradores de futebol, essa relação de torcedor-time, deve parecer algo tão irracional quanto os ‘jogos’ do Coliseu. Mas eu digo que não, o amor pelo time não é algo doentio ou grotesco como as batalhas cerradas no Coliseu, embora eu acredite que alguns conceitos da irracionalidade caberiam a esta relação, já que este sentimento citado, amor, não é racional, não tem origem, começo, meio nem fim, ninguém sabe o porque dele existir, ninguém sabe de onde vem e pra onde vai. Só se sabe que ele existe, e que é sentido.
Vejo aí o encantamento do futebol, o encantamento de ter um time, pois este nos traz alegrias, por vezes decepções, mas que em seguida são superadas pela expectativa, pelo desejo da superação, é como um filho ao qual você quer bem, e que acompanha a sua jornada com o coração na mão, sorrindo e chorando junto com ele. É como um melhor amigo, pelo qual você sempre irá brigar.É como um pai, o qual você admira a coragem e se encanta com as histórias dele contadas.
E longe de mim induzir-te a pensar que um time supre as ausências da vida, não, é claro que não supre, mas ele, num único e ímpar sentimento, consegue unir todas as presenças, te fazendo saborear todos esse misto de sensações. Um sentimento singular, incrível e particular.
E pra que perder tempo tentando explicá-lo posto que é irracional, incompreensível e imensurável? Diga-me pra que tentar explicá-lo, se de fato, nós que não amamos o futebol, mas sim o nosso time, já temos todas as devidas explicações? Já que sabemos que é puro e simples, amor?
(Visão EXTREMAMENTE pessoal e feminina, vista do ponto sentimental e só, somente só.)
Sábado, 7 de Março de 2009
Ex-Eclética
Dando uma revisada no meu perfil do orkut por esses dias, vi:
“Música: Sou eclética, só não gosto de pagode e gospel”
Isso eu provavelmente já pus há muito tempo!
No tempo em que era legal ser eclética, ou melhor, que eu pensava ser legal ser eclética.
As vezes encontro essas constatações do esforço que eu já fiz um dia (o qual hoje me nego a acreditar) para ser aceita, para parecer mais descolada ou algo do tipo.
Provavelmente, pensava eu na época, que ser eclética era dizer “Hey, eu sou nerd, inteligente, gosto de bossa e mpb, mas eu também posso gostar de funk, axé, hip hop, eletrônica e etc.!”, ser eclética significava que eu podia gostar das mesmas coisas que as pessoas que eram bonitas e super populares. É como se assim eu as alcançasse e pudesse ser tão boa quanto.
Mas era mentira! E eu enganava a mim mesma! Pois eu realmente acreditava em mim! Eu acreditava ser eclética.
Bem sei eu que nunca gostei de axé e não suporto micareta, sei que embora eu goste de dançar funk, as letras não me agradam, só a batida mesmo, pra mim não é um som agradável pra curtir em casa, por exemplo. Sei perfeitamente que música eletrônica me cansa depois de meia hora, tal como hip-hop. Sei que não gosto de pagode, gospel, sertanejo, brega e tantas outros tipos de música! Sei hoje, sabia naqueles dias. Sempre soube!
Mas parece que quando a gente quer acreditar numa coisa, a gente fecha os olhos pra todas as evidências. rs
Fato é que hoje eu sei uma coisa que naqueles dias ainda não sabia.
Ser eclética não é legal!
Ser eclética é ser como a maioria é. É gostar de tudo que todo mundo gosta, pois não se sabe ao certo do que realmente se gosta. É não ter uma opinião própria, um gosto pessoal, é não ter atitude, não ter estilo, é ser passiva , é ser desinteressante.
Mas graças a Deus hoje eu não tenho essa ansiedade de ser reconhecida como parte de um grupo, não tenho mais essa necessidade de ser igual a alguém!
Hoje eu falo: Gosto de Mpb, pop rock e SAMBA! Muito samba!
E só! Ponto final!
E me sinto muito melhor do que me sentia quando eu ‘era’ eclética. Me sinto mais singular! Me sinto mais eu.
Me sinto com atitude.
E sinceramente, me sinto muito mais resolvida que essas pessoas que gostam de tudo e qualquer coisa. E não me sinto tão boa quanto nem igual aos ecléticos, desculpa, eu sou é melhor!
Quinta-feira, 5 de Março de 2009
Apnéia
Um beijo...
Um momento...
Um momento longo...
Um roçar de línguas
Uma troca de salivas
O braço em torno da cintura que aperta com força, e mais força.
As mãos que sobem e descem, que deslizam dos cabelos até as pernas.
O contato das peles, quentes.
A mão que energicamente agarra a nuca,
A língua que também passa pela orelha.
O beijo que continua pelo pescoço,
Um arrepio.
De volta, a mordida nos lábios.
Mais línguas indo e vindo, se unindo, se selando.
Mais desejo, mais calor, mais força, mais pegada, mais arrepio.
A falta de fôlego.
Um longo último suspiro
E eu fico pensando se eu me lembrei em algum momento de respirar.
Sempre acho que não.
Beijar deveria de ser um exercício obrigatório aos praticantes de apnéia!
Quarta-feira, 4 de Março de 2009
Não Vou Me Adaptar
Eu não encho mais a casa de alegria
Os anos se passaram enquanto eu dormia
E quem eu queria bem me esquecia
Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar, me adaptar
Eu não tenho mais a cara que eu tinha
No espelho essa cara já não é minha
É que quando eu me toquei achei tão estranho
A minha barba estava deste tamanho
Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar, me adaptar
Não vou me adaptar!
Me adaptar!
(Arnaldo Antunes)